Pólipos Intestinais
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Pólipos adenomatosos: Adenoma / Adenocarcinoma
- Os adenomatosos são mais capazes de sofrer displasias
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Histologia:
- Tubular: 85% - melhor prognóstico
- Viloso: pior prognóstico
- Tubulo-Viloso: um pouco dos dois anteriores
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Tratamento: SEM POLIPECTOMIA (Não dá para diferenciar macroscopicamente)
- Se In situ ou alto grau - Câncer -> Repetir Colonoscopia em 1 ano se preencher critérios abaixo.
- Margens livres
- Ressecção total: Sem “piecemeal” (fragmentação)
- Até submucosa
- Bem diferenciado
- Sem invasão angiolinfática
- Sem tumor budding (escape de células tumorais)
- Escape de algumas céulas tumorais além do tumor em crescimento.
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= 5 adenomas: 3 anos
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= 10 adenomas: 1 nao.
- Se In situ ou alto grau - Câncer -> Repetir Colonoscopia em 1 ano se preencher critérios abaixo.
Síndrome de Polipose Intestinal
- Polipose Adenomatosa Familiar (PAF)
- Doença autossômica dominante
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100 polipos adenomatosos no colo
- Mutação do gene APC
- Retinite pigmentosa
- Risco de CA Colorretal de quase 100% -> Colectomia profilática
- Rastreio: colono anual (10-12 anos)
- Variantes da PAF
- Síndrome de Gardner
- Osteomas (mandibulares e cranianos)
- Tumores de tecidos moles (lipoma, cistos)
- Dentes supranumerários
- Síndrome de Turcot
- Tummor no SNC (meduloblastoma, glioblastoma)
- Síndrome de Gardner
- Síndrome de Peutz-Jeghers - Hamartomatosa
- Pólipos hamartomatosos por todo o TGI
- Manchas melanóticas
- Sangramento, intussuscepção, Maior risco de CA colorretal
- Acompanhamento: Colonoscopia de 2/2 anos.
CA Colorretal: Adenocarcinoma
- Apresentações:
- Esporádico
- mais comum, idade avançada, Tabagismo, alcoolismo, Doença Inflamatória Intestinal, História Familiar +
- Sindromes de Polipose (PAF + Variantes)
- Hereditário não polipose (Síndrome de Lynch) -> Não tem síndrome de poliposa, mas pode ter pólipos.
- Associado à CA Esporádico
- Critérios de Amsterda Modificados
- CA Cólon ou outro associado (endométrio, ureter…)
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= 3 familiares, pelo menos 1 parente de 1º grau
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= 1 caso antes dos 50 anos
- 2 gerações consecutivas
- Ausência de polipose hereditária
- Tipos:
- I - Somente CA coloretal
- II - CA colorretal (ginecológicos endométrio, ovário)
- Autossômica dominante (penetração variável)
- Mutações: hMSH2, hMLH1, hMSH6 e hPMS2
- Esporádico
Clínica
- Inicialmente: Assintomático
- Cólon D: Anemia ferropriva
- Cólon E: Alteraçao no padrão intestinal (obstrução)
- Reto: Hematoquezia, tenesmo, constipação
Diagnóstico
- Colonoscopia + Biópsia
Rastreio
- Colonoscoia de 10/10 anos
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50 anos (INCA - Brasil)
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45 anos (ACS - EUA)
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40 anos ou 10 anos antes se História Familiar + (da idade da descoberta)
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- Colonoscopia Virtual 5/5 anos (TC com reconstrução 3D)
- FIT: Teste Imunoquimico Fecal - 2/2 anos
- Melhor que sangue oculto nas fezes
- Identifica apenas hemácias humanas
- Se +: Fazer colonoscopia
Estadiamento
- TC de Abdome e Tórax
- Se Reto -> Tem que avaliar mesorreto (peritonio que irriga o reto)
- RM ou USG endo transretal
- CEA Não diagnóstico: Prognístico e acompanhamento
Tratamento
- Cólon e Reto Alto: Ressecção com margem (5cm) + Linfadenectomia (12 linfonodos)
- Drenagem de Cólon e Reto Alto são iguais
- Adjuvancia
- T3/T4; n+ (ou insuficiente)
- Pouco diferenciado
- Perfuração
- Obstrução
- Margens Comprometidas
- Reto Médio e Baixo
- Irrigados pelo Mesorreto
- Sempre tentar fazer cirurgia poupadora de esfíncter
- Margem de 1cm (reto baixo)
- Excisão total do mesorreto (ETM)
- Cirurgias
- Ressecção anterior do Reto (RAR): Não acomete esfíncter
- Poupa Esfíncter
- Ressecção abdominoperineal (RAP) ou Miles: Acomete o esfíncter
- Fecha o ânus
- Faz Colostomia
- Excisão Local
- T1, bem diferenciado, sem invasã linfovascular, sem Budding, até Sm1, até 3 cm ou 30% da circuferência
- Sm1 -> Submucosa Superficial (nao invade linfática) / menor risco de disseminação linfática (5%)
- Ressecção anterior do Reto (RAR): Não acomete esfíncter
- Neoadjuvância: QT + RT -> Downstage da lesão para tentar lierar esfíncter
- T3 / T4 / n+
- Localmente avançado: invade esfíncter (reto baixo), circunferencial, invasão linfovascular
- Terapia de Neoadjuvância Total (TNT)
- Se resposta clínica completa: “WATCH and WAIT” (Não operar de cara)
Metástase Hepática
Hoje em dia tem como ressecar lesão + Metástase hepática com expectativa de cura
- Necessita
- Ressecção hepática com intenção curativa (lesão ressecável)
- Sobrar fígado para o paciente
- Contra-indicações
- Doença extra-hepática extensa e irressecável
- Acometimento de artéria hepática ou veia porta
- Acometimento das 3 beias hepáticas ou vias biliares
- Child B ou Child C
- Vol. residual insuficiente -> Pode-se tentar Downstage da lesão
- 20-30%: Se saudável
- 30-40%: pós QT
- 40-50%: Se cirrótico