História
1923: Lei Eloy Chaves
- CAPs: Caixas de Aposentadorias e Pensões
- Patrão + Trabalhadores
- Uma caixinha
1933: Era Vargas
- Modelo Americano -> Centrado em Hospitais
- IAPs: Institudo de Aposentadorias e Pensões
- Governo + Patrões + Trabalhadores
- Contruir Hospitais mais voltado para os que jjá tinham caixinhas de pensões
- Os Hospitais eram dos Comerciários ou Bancários e afins
1966: Ditadura
- INPS: Instituto Nacional de
- Unificou as IAPs
- Deu acesso dos militares as caixas de pensões. (Má administração do dinheiro)
- Com o dinheiro financiaram várias obras (Usinas Elétricas, Pontes grandes, Estradas)
- Expandir Hospitais do setor privado
- Hospitais roubavam do Governo
1977: Ainda Ditadura
- INAMPS: Instituto Nacional da Previdência Médica Social
- Tentativa de controlar gastos (Teto de gastos por Hospital por Procedimento)
- Muitos ficaram sem acesso por estar limitando acesso
- Não deu certo -> Muitos diretores contornavam teto de gastos com procedimentos fantasmas e embosavam o resto.
- Tentativa de controlar gastos (Teto de gastos por Hospital por Procedimento)
Problemas
- Acesso Restrito
- Só acessava quem contribuía
- Ênfase na CURA
- Ministérios
- Medicina Ditatorial (Todos deviam seguir o que era definido em Brasília)
Reforma Sanitária
- A Reforma Sanitária é considerado Movimento Social
- VIII Conferência Nacional de Saúde - 1986 (já existia CNS antes do SUS)
- Saúde: Direito de todos e dever do Estado
- SUS -> Surge na constituição de 1988
Princípios do SUS
Princípios Éticos / Doutrinários
- Universalização: Acesso à todos cidadãos
- Integralidade: Prevenção,cura e reabilitação
- Equidade: Cada um recebe atendimento segundo suas necessidades (necessidades diferentes necessitam de tratamentos diferentes)
- Tratamento Desigual para casos Desiguais. (Mais justo)
- Ex.:
Organizacionais / Operativos
- Descentralização: Divisão de poderes
- Regionalização: Aproximação da execução (gestor regional acompanha mais de perto que um central)
- Hierarquização: UBS / Hospital / Diálise (níveis)
- Entrada na UBS e é encaminhada para níveis de complexidade maior
- Participação Social: Povo em Conselhor / Conferências
- Resolubilidade: Resolver os problemas…
- Complementariedade: Contratar o privado, se necessário
Momento Histórico 1988 - Criação do SUS
-
Apesar de definir o SUS, não se sabia como funcionaria o SUS
-
Lei 8080: O funcionamento do SUS
- Cabe a Direção
- Nacional: Definir políticas, normas…
- Estadual: Coordenar…
- Municipal: Executar…
- Nacional pode Executar
- Situações Inusitadas (município não consegue sozinho)
- Vigilância de portos, aeroportos e fronteiras
- E o setor privado?
- Pode atuar de forma LIVRE e COMPLEMENTAR
- Complementar: Preferência por instituições filantrópicas ou privadas se fins lucrativos
- Cabe a Direção
-
Lei 8142: Gastos e Participação Poplar
- Transferência Regular e Automática
- Conselhos e as Conferências
- Participação
- 50% Usuários
- 50%
- Profissionais de Saúde
- Prestadores de Serviços
- Representantes do Governo
- Conselhos: Reuniões Mensais
- Formulam estratégias da Política de Saúde
- Controlam os Gastos e a Execução da saúde
- Cada esfera controla o seu domínio
- Municipal controla a nível municipal
- Estadual…
- Nacional…
- Cada esfera controla o seu domínio
- Caráter permanente e deliberativo
- O que o conselho definir está definido, não passa em outras câmaras legislativas
- Ainda sim, devem ser aprovadas pelo Executivo (prefeito, governador, presidente)
- Conferências: Reuniões a cada 4 anos.
- Convocadas pelo EXECUTIVO ou… Conselho / Conferência
- Avaliam e criam diretrizs da Política de Saúde
- Participação
NOB 91: Lei sem noção
- Momento de transição
- Centralizava a nível federal
- Município seguia ordens
NOB 93
- Municípios -> Gestores (municipalização) (Poder Semipleno)
- Transferência regular e automática
- Criação das Comissões Intergestores (Tentar resolver intrigas e definir posições)
- Bipartite:
- Estados e Municípios (COSEMS)
- Conselho da Secretarias Municiapais
- Estados e Municípios (COSEMS)
- Tripartite:
- MS, Estados (CONASS)
- Municípios (CONASEMS)
- Bipartite:
NOB 96
- Poder Pleno pelo município
- Gestão Plena da Atenção Básica ou
- Responsável pela Atenção Básica
- Gestão Plena do Sistema Municipal
- Responsáveis pela Atenção Básica, Média e Alta Complexidade
- Todos os municípios são responsáveis pela Atenção Básica
- Gestão Plena da Atenção Básica ou
- Piso da Atenção Básica (PAB) - Financiamento
- Fixo: Valor Fixo de acordo com o tamanho da população
- Variável:
- Exemplos: Saúde Bucal, Saúde na Escola, Consultórios de Rua
- Município ganha valor a mais caso ofereça esses serviços
NOAS 2001/2002
- Regionalização Organizada
- Região de Saúde: Conjunto de Municípios que possui serviço completo de saaúde:
- Atenção Primária (UBS)
- Secundária (Consultórios/Ambulatórios)
- Terciária (Hospitais)
- Urgência/Emergência (UPA)
- Psicossocial (CAPS)
- Vigilância
- Município Referência recebe mais que os outros municípios
- Portas de Entrada do SUS
- Atenção Primária (UBS)
- Urgência/Emergência (UPA)
- Psicossocial (CAPS)
- Serviços Especiais de Acesso Aberto
- Principalmente problemas referente à saúde do trabalhador
- Região de Saúde: Conjunto de Municípios que possui serviço completo de saaúde:
- Ampliação da Atenção Ambulatorial
- PAB Ampliado (não spbrecarregar o município referência)
Financiamento do SUS
Lei Complementar nº 200/2023
- Municípios: 15%
- Estados: 12%
- União: 15%
Modelos de Atenção à Saúde
- Seguridade Social / Direito Universal (Beveridgiano) - Modelo do SUS
- Governo banca com o dinheiro dos impostos arrecadados.
- Seguro Social (Bismarckiano)
- Salário (trabalhadores/patrão) -> “Fundo de doença”
- Assistencialista (“de mercado”)
- Pagamento direto por serviços | Saúde pública restrita
De todos os gastos com saúde do Brasil
- 40%: Gastos públicos (SUS)
- 60%: Gastos privados
- Planos de saúde (˜65%)
- Gastos out-of-poket (˜35%): Medicamentos, consultas exames -> Gastos diretos